Notícia

SEFAZ

Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas
Terça, 20 Junho 2017 11:54
DINHEIRO NA CONTA

Ganhadores da Nota Fiscal Cidadã recebem premiação da campanha

Instituição que acolhe crianças com câncer inaugura auditório reformado com recursos da campanha

Espaço Lazer reformado com recursos da campanha será alugado para obter mais renda para a instituição Espaço Lazer reformado com recursos da campanha será alugado para obter mais renda para a instituição Foto: Mik Moreira
Texto de Isabelle Monteiro

O secretário de Estado da Fazenda de Alagoas, George Santoro, realizou, nesta segunda-feira (19), a entrega solene das premiações da Nota Fiscal Cidadã, aos ganhadores nas modalidades pessoa física e instituição social. O evento aconteceu Associação dos Pais e Amigos dos Leucêmicos de Alagoas (Apala).

 

A premiação faz referência ao sorteio de R$ 600 mil realizado no dia 15 de maio, para o qual foram considerados mais de 61 mil bilhetes de pessoas físicas e 2.751 de entidades cadastradas no programa. As notas fiscais contempladas foram acumuladas entre os meses de janeiro e fevereiro. Ao todo, 1.648 cidadãos e instituições beneficentes foram contemplados.

 

 

De acordo com secretário, o último sorteio beneficiou cada modalidade com R$ 300 mil, distribuídos em 1.610 premiações para pessoa física e 38 para as instituições sociais, e enfatizou a necessidade de “divulgar de forma massiva a realidade do programa e o trabalho de cada instituição social, para que a sociedade conheça todos os procedimentos a fundo, tenham o sentimento de solidariedade e firme o compromisso, junto com o Governo, de gerar resultados positivos como os de hoje”, aponta George Santoro.

 

Santoro comentou também sobre o receio que a população tem em pedir o CPF na nota, por ter medo que a Receita Federal tenha acesso aos dados pessoais e aumente o imposto de renda do cidadão.

 

“A gente nunca passou informação de pessoa física para a Receita, inclusive, ela não tem interesse sobre isso especificamente. O máximo que a Fazenda fornece são informações de empresas quanto à emissão de notas fiscais. Nunca, na história de Alagoas, e nem na de qualquer outro estado da Federação, a Receita pediu informação sobre pessoa física, a não ser que ela tenha alguma participação em alguma empresa do Estado. É uma lenda urbana que prejudica o programa aqui em Alagoas e em outros estados. Precisamos dar fim a isto”, afirma o secretário.

 

A professora Ana Lúcia Bezerra conta que participa da campanha desde seu inicio, sempre pedindo o CPF na nota e que esta é a segunda vez que ganha uma premiação por ter a iniciativa de participar. Ela explica que se sentiu ainda mais motivada a continuar participando.

 

“Quando a gente participa de campanhas como esta estamos ajudando Alagoas a crescer, e este é nosso objetivo: que o nosso Estado cresça, melhore. Quando ficamos sabendo que é uma forma de beneficiar as instituições sociais, a gente fica feliz. Com isto percebemos o trabalho sério que é realizado”, ressalta a professora.

 

Celebração

 

A campanha deu prova de seus bons resultados novamente. Na oportunidade também foi inaugurado o novo auditório da Associação dos Pais e Amigos dos Leucêmicos de Alagoas (Apala).

 

 

De acordo com a presidente da instituição, Rosenita Gomes, desde o inicio da campanha a associação participa e, até hoje, estão conseguindo equipar a estrutura com o auxilio que ganham do projeto, como é o caso do consultório odontológico, aparelhos de ar condicionado, lavadoura de roupas e o benefício mais recente, a recuperação do espaço Saber Lazer.

 

“A Apala trabalha com mais de 500 assistidos, crianças com todo tipo de câncer e adultos com leucemia. Estamos sempre informando em nossos meios de comunicação o passo a passo de como estas pessoas podem se cadastrar no programa e fazemos a divulgação com as famílias assistidas, bem como com nossos colaboradores”, destaca.

 

A presidente falou ainda que percebe maior aceitação da nova roupagem da campanha, que é mais prática e atualizada. “Com o formato atual já ganhamos cerca de R$ 75 mil. Sem a nota fiscal cidadã nós não tínhamos condições de reformar este auditório, que é bastante útil, pois é um espaço de locação e uma das formas que temos de garantir mais recursos para melhorar ainda mais o nosso trabalho”, concluiu.